Claudia Giudice lança A Vida Sem Crachá

Jornalista lança A Vida Sem Crachá. Obra, publicada pela Agir, foi escrita motivada por uma demissão. Claudia Giudice trabalhou por 23 anos na maior editora de revistas do País. Por quase uma década, a jornalista foi executiva e responsável por quatro dezenas de títulos. Era uma máquina de fabricar projetos inovadores e cumprir metas – com distinção e louvor – de uma frequência espartana.

Em agosto de 2014, seu castelo ruiu quando seu nome entrou no maior corte de chefia jamais feito pela empresa. Para lidar com a dor da perda, a jornalista criou um blog e começou a fazer “terapia em praça pública”. Com coragem e despudor, publicou diuturnamente sobre suas tristezas, descobertas, trapalhadas e, principalmente, sobre sua determinação em dar a volta por cima.

A expiação da dor, felizmente, teve fim. Os textos passaram a tratar de superação, projetos, planejamento e aprendizados ricos em dicas para pessoas criarem – abraçarem e fazerem dar frutos – planos B. Claudia tinha uma vantagem: já estava com seu plano B funcionando. Ela é sócia fundadora de uma linda e iluminada pousada em Arembepe, litoral Norte da Bahia.

No início deste verão, a ideia do livro cristalizou. Em menos de um ano, Claudia trabalhou incansavelmente seu texto original e bem estruturado na elaboração da obra. Aceitou conselhos, mudou enfoques e fez uma obra única e consistente. “O livro foi escrito com o fígado, editado com o coração e revisado com o olhar de quem espera compartilhar experiência com centenas de milhares de pessoas que estão passando pelo processo de perder o crachá e partir para um plano B”, diz a autora.

Escrito com linguagem jornalística, como se fosse uma conversa de café ou botequim, A Vida Sem Crachá traz histórias de gente empreendedora, conselhos de especialistas, ideias para quem quer empreender e a experiência pessoal e intransferível da jornalista que descobriu o que é um “viral orgânico” ao publicar um texto no qual descrevia a perda do crachá: “senti como se tivessem arrancando a minha pele”. “Percebi que tinha tocado em uma profunda ferida ao receber mais mais mil mensagens de pessoas que também tinha sido demitidas e que compartilhavam comigo os mesmos sentimentos”, conta Claudia.

a vida sem cracha

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