Espaço fétido

Por Dhiogo José Caetano

A juventude mergulha em uma atmosfera alucinógena.

A falta de amor leva os mesmos para o fundo do poço.

No saguão daquela instituição, o fluxo da toxicodependência.

A busca do prazer concupiscente leva uma multidão à morte prematura.

A justificativa é entoada: “…A vida é breve… Amanhã estarei morto…”.

“Prefiro morrer louco, a viver sem emoção”.

Uma falsa felicidade, liberdade, é narrada em canções.

Um jovem sob efeito de alucinógenos afirma: “…A intelectualidade surreal é compreendida após uma tragada do cigarro da paz…”.

Em um espaço educacional onde o ideal principal é a desalienação, as mentes se aprisionam na efemeridade do prazer provocado pelas drogas lícitas e ilícitas.

A humanidade afoga-se nas patologias, afirmando viver a plenitude existencial.

Artigo por Dhiogo José

Dhiogo José Caetano é professor, escritor e jornalista

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