[Pitacos de Andréia] O outro também sente dor

A ideologia faz parte da vida, e é até compreensível que nós tenhamos posicionamento por algo, até porque é assim que o ser humano defende suas convicções.

É justo que em momentos diversos cada uns de nós enumere infinitos tópicos a favor do que pensamos ser o correto. Agora, o que talvez não seja sensato, é o fato de por conta de nossas defesas pessoais agredirmos ao próximo.

Somos o que podemos ser e isso é realidade, só que o outro não pode e nem deve ser o que queremos que ele seja.

Para que haja a compreensão do que eu escrevo digo que hoje presenciando alguns comentários nas redes sociais e observando as críticas sobre a ausência física da ex-primeira dama do país, fico a ponderar: até onde vai o ódio humano? Somos cruéis ou é o calor do desespero?

Quem quer que seja o ator da história, e entendo que a vida é bem maior que o nosso desejo e gosto pessoal, seria cordato colocarmo-nos do lugar do outro. Na verdade o que eu não quero para mim eu obviamente não desejaria ao próximo. E isso amenizaria bastante conflitos desnecessários.

Não podemos perder a essência.

Não deveríamos nos cegar às dores do próximo.

Na verdade, deveríamos compreender que cada pessoa tem uma intensidade diferente para cada sentimento que carrega dentro de si.

Andréia MagalhãesAndréia Magalhães é professora de Graduação e Pós-Graduação na Estácio e IPOG. Coordenadora do MBA em Gestão Estratégica de Pessoas-FESGO

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