[Pitacos de Andréia] O eco dos brasileiros pede justiça

Os cidadãos mais uma vez foram às ruas, protestaram, gritaram, quase imploraram para que os políticos que comandam o país sejam mais justos com o povo.

Ecoaram de suas bocas palavras de ordem e justiça. Imploraram ao Governo chamado de ilegítimo, solidariedade para com esta nação que é tão sofrida, lutadora e guerreira dentro de suas possibilidades.

Queixaram-se sobre o tormento que se transformou a vida do brasileiro nos últimos anos, uma vez que esta desorganização não é de agora. Estamos todos mortificados pelo grande número de deveres que é diretamente proporcional à quantidade de obrigações que diariamente temos.

São tantos impostos e contribuições, horas e horas de trabalho e isso quando se têm a ocupação, são muitos dias para pouco dinheiro e despesas inúmeras da casa de cada arrimo de família.

E vou mais longe, ainda tem o custo com a habitação, saúde, segurança e afins, já que nem todo mundo mesmo com pouca remuneração se enquadra nos programas sociais, que por sinal deixam dúvidas quanto à qualidade, mas que ainda assim é a salvação para muitos brasileiros.

É claro que nem tudo é tão ruim, embora a olho nu tem-se a impressão que o Estado Nacional vive o caos.

É preciso lembrar que a maioria dos brasileiros não tem vida de luxo, nem bons empregos isso quando os tem, e também não tem boas condições de vida e ainda assim fala-se em reforma da previdência, em reforma trabalhista, em reformas e mais reformas.

Antes de qualquer reforma, que façam a reforma política, que deixem de fazer caixa números 2, 3, 4, 5 e enfim, que parem de ser corruptos, que devolva verdadeiramente e na integralidade o dinheiro subtraído dos cofres públicos, que as negociatas não existam e que nós sejamos renovados na nossa estrutura e bem-estar.

Políticos brasileiros, os senhores não percebem que estamos em situação de pobreza em excesso, de suplicação, na verdade estamos privados do mínimo necessário para sobreviver.

Que fique claro, sobreviver não é viver, porque no meu entendimento não estamos vivendo e sim persistindo e resistindo dia após dia.

Andréia Magalhães é professora de Graduação e Pós-Graduação na Estácio e IPOG. Coordenadora do MBA em Gestão Estratégica de Pessoas-FESGO

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