Em 26 anos, Seconci Goiás se torna referência na assistência à saúde dos trabalhadores da construção

Com média de 8,5 mil atendimentos mensais o Serviço Social da Indústria da Construção promove saúde e bem-estar aos trabalhadores do setor. Tudo sem custos para os colaboradores das empresas associadas

Com uma média de 8,5 mil atendimentos mensais o  Seconci Goiás – Serviço Social da Indústria da Construção o Estado de Goiás – completa no próximo dia 2 de julho 26 anos de sua fundação, sendo referência em assistência e promoção de saúde para os trabalhadores do setor. Mantida pelas empresas da construção, a associação civil sem fins lucrativos, oferece gratuitamente aos trabalhadores serviços de medicina do trabalho, consultas médicas em várias especialidades, exames, tratamento odontológico, fisioterapia e pilates. Na próxima segunda-feira (03/07),às 8h, a entidade celebra seu aniversário com um café da manhã que reunirá empresários da construção e representantes de entidades ligadas ao setor.

O Seconci mantém uma equipe de clínicos gerais, dentistas, fisioterapeutas, cardiologistas, entre outros profissionais, para atender aos trabalhadores da construção civil. Entre as especialidades médicas oferecidas estão: cardiologia, oftalmologia e ortopedia. No início de 2016 a entidade inaugurou o Centro de Diagnóstico em Cardiologia, possibilitando a realização de exames como o Holter, MAPA, eletrocardiograma, ultrassonografia e teste ergométrico, além de contar com cardiologista para o acompanhamento dos exames e emissão dos laudos.

Os serviços de fisioterapia estão entre os mais procurados pelos trabalhadores das empresas associadas. No ano passado, o Seconci inaugurou um centro de pilates para auxiliar nos tratamentos fisioterápicos.

Segundo o presidente do Seconci Goiás, Célio Eustáquio de Moura, existem em todo o Brasil outras associações civis com mesmo nome e objetivo, porém a moderna e ampla equipe mantida pela a unidade goiana, garantiu o seu reconhecimento com uma das mais desenvolvidas do país. De acordo com Célio Eustáquio, por meio do Seconci, as empresas do setor da construção civil vêm assumindo um papel estratégico e contribuindo com o Estado na missão de garantir os direitos essenciais às pessoas, como a saúde. “Assim se constrói uma sociedade, com valores que vão além dos econômicos e que crise nenhuma destrói”, defende o presidente do Seconci Goiás.

O Seconci é mantido com a contribuição mensal de apenas 1% do valor das folhas de pagamento das empresas associadas. “Esse 1% é pago pela empresa, não há desconto no contracheque dos trabalhadores”, explica Isabela Lemos, gerente executiva do Seconci Goiás.

Saúde ocupacional

Além de atendimentos pontuais, o Seconci desenvolve uma série de ações e projetos multidisciplinares com caráter preventivo para a saúde dos trabalhadores da construção civil. Um exemplo é o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), cujo objetivo é prevenir, rastrear e diagnosticar situações que podem causar danos irreversíveis à saúde dos colaboradores das empresas.

O Seconci também realiza treinamentos admissionais, com o intuito de auxiliar as empresas a atender os parâmetros legais e Normas Regulamentares. Exemplo disso é a NR-18 [Norma Regulamentar], que prevê que todos os empregados devem receber orientações ao serem contratados e também periodicamente, de modo a garantir a sua segurança do trabalhador durante a execução das atividades.

Mais projetos

Outros exemplos de ações que promovem a saúde do trabalhador são: Projeto Combate ao Tabagismo na Construção;  Projeto Mamãe e Papai Corujas, voltado para os futuros pais que trabalham no setor; o projeto-piloto Saúde Mental na Construção Civil e por último Seconci e a Inclusão do PCD (Pessoa com Deficiência)  na Construção. As iniciativas envolvem palestras, orientações com especialistas, encontros individuais e em grupo.

“Esses projetos são desenvolvidos na intenção de prevenir, orientar e esclarecer dúvidas. Trabalhar o psicológico de cada indivíduo e o mais importante é fazer esse trabalhador se sentir importante dentro da empresa”, afirma Heloisa Pinto, psicóloga do Seconci Goiás. Confira a seguir mais detalhes desses projetos de promoção da saúde do trabalhador da construção civil.

Combate ao Tabagismo na Construção: é o mais antigo projeto do Seconci Goiás. Nele são desenvolvidas ações que buscam promover melhora na qualidade de vida, auxiliando o trabalhador a abandonar o vício. Para isso é realizada uma triagem e feito o encaminhamento dos interessados para consulta com cardiologista e para psicoterapia, que pode ser feita de forma individual ou em grupo. Quando uma mesma empresa tem mais de cinco colaboradores interessados em parar de fumar, o projeto é realizado dentro do canteiro da obra. Quando são menos pessoas os atendimentos são feitos na sede do Seconci.

Projeto Mamãe e Papai Corujas: com duas edições realizadas, o projeto visa auxiliar os pais a enfrentarem os desafios da gravidez e dos primeiros meses de vida do bebê. O foco do projeto não fica só nas mães, sendo os pais convidados a participar dos encontros e palestras realizados semanalmente.

Saúde Mental na Construção Civil: lançada no último mês de junho, este projeto visa oferecer ações de suporte à saúde emocional dos trabalhadores da construção. O projeto-piloto está sendo desenvolvido em parceria com a Pontal Engenharia, e, em breve, deverá ser incorporado aos serviços do Seconci e disponibilizado a todas às empresas interessadas.

Seconci e a Inclusão do PCD na Construção: em fase final de implementação o “Seconci e a Inclusão do PCD (Pessoa com Deficiência)  na Construção”, é outra iniciativa que promete bons frutos. O projeto visa auxiliar as empresas da construção civil a cumprirem o artigo 93 da Lei nº 8.213, o artigo dispõe sobre a contratação de pessoas com deficiência. Neste projeto, o Seconci Goiás exercerá o papel de mediador e auxiliar entre as empresas, que têm vagas a preencher dentro da cota de contratação de pessoas com deficiência, e as entidades que preparam essas pessoas para o mercado de trabalho. Outro ponto importante do projeto é trabalhar a consciência de que além de cumprir a lei, contratar um trabalhador com deficiência é quebrar paradigmas, sendo que antes de ser deficiente a pessoa é um profissional capacitado a exercer a função para a qual ela será selecionada.

 

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