Peeling renova pele e atenua rugas

O termo “peeling” vem do inglês e refere-se a descamar. De mesmo nome, o procedimento estético nada mais é do que uma esfoliação ou queimadura programada e controlada da pele, feita por agentes químicos.

Conforme o biomédico da Clínica Anis, Júnior França, o peeling químico trata machas hipercrômicas, discromias da pele, manchas senis e melasma, e também age com eficiência no tratamento de fotoenvelhecimento, o que gera renovação da pele e atenuação de rugas. “O procedimento é simples, não requer anestésico e é feito em consultório. A aplicação é feita com um pincel e o tempo de ação do produto depende da necessidade de cada cliente”, explica.

Tratamento

Júnior destaca que os agentes escolhidos para fazerem o peeling dependem de vários fatores, dentre eles o fototipo (cor da pele) do cliente, tipo e profundidade de manchas e profundidade de rugas. Ele ressalta que cada substância tem capacidade de tratar com eficácia um tipo de disfunção estética e algumas substâncias podem ser mescladas para um resultado final eficaz. Ainda conforme o profissional, o tratamento é contraindicado para clientes que têm antecedentes alérgicos aos agentes ou histórico de queloides.

“Os cuidados pós-procedimento são vários, incluindo protetor solar a cada duas horas, não exposição solar durante 45 dias após o tratamento e nada de lâmpadas quentes por perto. Caso seja necessário se expor à lâmpada incandescente, o cliente deverá usar máscara de proteção”, pontua e completa: “Vale destacar que os transtornos passam, porém os benefícios ficam.”

Desconfortos

Durante o período de descamação o cliente tem alguns desconfortos, como: ressecamento da pele, sensação de pele repuxando, com vermelhidão, coceira, febre local e a descamação intensiva. Conforme o biomédico, esses sintomas podem ser aliviados com aplicação de água termal em spray e uso de hidratantes.

“Clientes com histórico de herpes precisam fazer a profilaxia dias antes de realizarem o tratamento e também quatro dias após a aplicação do peeling”, esclarece Júnior. Para ele, a melhor época do ano para fazer peeling químico é no inverno, pois o tempo frio e o sol baixo aliviam a sensação de descamação.

Por fim, ele declara que em todo procedimento estético existe um risco, mesmo que mínimo, como uma reação alérgica inesperada, um processo inflamatório exagerado, ou até mesmo um efeito rebote. “Contudo, existe uma melhora significativa da pele já na primeira sessão de peeling”, finaliza.

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