2018 pode ser o ano ideal para comprar um imóvel

Com aumento no número de lançamentos de empreendimentos em Goiânia as chances para adquirir um imóvel são mais favoráveis

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Com 33 novos lançamentos imobiliários previstos para serem entregues este ano em Goiânia, segundo a Associação das Empresas de Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), as chances para adquirir um imóvel podem estar bem maiores. Isso porque este número representa 106% de aumento de unidades disponíveis, se comparado a 2017. Com isso, o aumento na quantidade de ofertas, os negócios tendem a ficar mais flexíveis e possibilitam condições de aquisição até mais fáceis, é o que diz o advogado e presidente da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico (CDIU) da OAB de Goiás, Diego Amaral.

Um dos detalhes importantes que podem facilitar a compra de imóveis, acompanhado ao fato do grande número de lançamentos, é também o fator pós-crise que faz o cidadão analisar as possibilidades de compra com mais cautela. “O comprometimento com grandes investimentos faz com que o consumidor pense várias vezes, é o caso do imóvel, afinal a maioria das pessoas adquirem apenas um único imóvel em toda sua vida. Agora, quando o mercado imobiliário retoma o crescimento, é mais fácil que o comprador ganhe a confiança das empresas e vice versa, além de um maior acesso ao crédito para assim fecharem os negócios imobiliários”, conta Diego.

Na pesquisa da Ademi a Região Sul é a que mais possui empreendimentos a serem lançados este ano, representando 37% do total. Alguns deles ao redor do Parque Cascavel, localizado no bairro Jardim Atlântico onde a empresária Maria Isabel da Cruz, de 47 anos adquiriu um imóvel com um desconto de R$ 50 mil reais, por exemplo. “Eles entregaram o condomínio este ano, e eu já estava procurando um apartamento há alguns meses, então, como eu tinha um bom dinheiro para dar entrada, consegui um bom desconto”, conta. Maria Isabel, que pondera, entretanto, que precisou pechinchar bem. Segundo Diego, este é um dos segredos para quem vai comprar um imóvel este ano, “saber negociar e utilizar das boas ofertas do pós-crise”.

O Corretor Augusto Machado, que atualmente está vendendo imóveis de um condomínio fechado, também na região sul de Goiânia, disse que neste ano mais pessoas o procuraram para negociar. “Realmente percebi mais pessoas interessadas em adquirir imóveis desde o início desse ano e, consequentemente tenho feito mais negócios. Aliás, está sendo possível flexibilizar as formas de pagamento e dar descontos maiores para que possamos vender e entregar as unidades o mais rápido possível”, revela o profissional.

Em São Paulo, de acordo com uma pesquisa divulgada este mês pelo Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), o crescimento registrado na venda de imóveis foi de 46%, e foi o primeiro aumento em três anos seguidos de queda nas vendas de imóveis. “Vale lembrar que Goiânia estava há dois anos com queda nas vendas de imóveis e mesmo ainda não tendo pesquisas recentes que comprovam o aumento, a expectativa é de que ele aconteça, pois é perceptível a movimentação já existente no mercado, nesse sentido.” afirma o advogado e presidente da CDIU.

“Agora, com o número de imóveis vagos aumentando, é possível encontrar, dentro da flexibilidade das negociações, até mesmo negociações envolvendo permutas. Trocas envolvendo vários tipos de bens, de automóveis a fazendas, e até mesmo de serviços”, conclui o presidente da CDIU. Essa é a área de atuação da plataforma XporY.com, uma das empresas que fornecem o serviço de permutas. Basta fazer um cadastro no site e pessoa ou empresa podem oferecer ou adquirir bens e serviços gastando apenas uma moeda virtual.

Para financiar

As opções para quem decidir financiar um imóvel são várias. Dentre elas existe a Linha Pró-Cotista para trabalhadores com renda familiar a partir de R$ 7 mil onde os recursos são provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e por isso o pretenso comprador precisa ter carteira assinada ou 10% do valor do imóvel em FGTS para ser abatida no saldo devedor. Outra opção é o Minha Casa Minha Vida – faixas 2, 1.5 e 1 – que atendem diferentes tipos de famílias com renda entre R$ 1400 a R$ 6500, também permitindo o uso do FGTS e prazos que vão até 120 meses de parcelamento para a quitação do imóvel.

A opção considerada a maior fonte de recurso de financiamento imobiliário no Brasil, porém, é o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Original dos rendimentos das poupanças dos clientes de cada banco, público ou da rede particular, neste ano, traz um novo panorama de taxa Selic a 7%, e a expectativa é que os recursos tornem-se fartos novamente.

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