Abajur: saiba como utilizá-lo de forma funcional e não apenas como objeto decorativo

Além de beleza, o item serve para trazer mais luz e aconchego ao ambiente. Na hora da compra, itens como qualidade do tecido e armação de cúpula devem ser observados

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Dos mais retrôs aos mais sofisticados, os abajures parecem nunca sair de moda. Além de uma fonte de iluminação indireta que traz charme e leveza ao ambiente, esse item num ambiente pode mudar o tom da proposta da decoração com cores, formatos e texturas diferenciadas.

Se você está pensando em usar um abajur em algum ambiente da sua casa ou mesmo no escritório, preste atenção nas dicas a seguir da  designer de interiores Doriselma Mariotto, responsável pelo decorado do Residencial Detail Vaca Brava, da Dinâmica Engenharia. Aliás nesse seu projeto a profissional usa peças em tons neutros, o que segundo ela, são mais funcionais por iluminarem de fato o ambiente e não serem apenas itens decorativos.

Uma primeira dica de Doriselma Mariotto é sobre a escolha do local para o abajur. Para definir onde a peça ficará é preciso, antes, avaliar a quantidade de luz necessária, o tamanho do espaço disponível e o estilo da decoração escolhida. Se for para o quarto, o abajur pode trazer uma luz mais agradável para leitura. Já na sala, ele deixa aquela penumbra que torna o ambiente mais sofisticado.

A  designer de interiores explica que no mercado existem cúpulas e bases de abajures para todos os gostos, mas é preciso atenção na hora da escolha. “Aquelas peças de vidro, murano, pedras, são mais interessantes na sala ou nos quartos por serem mais sofisticadas. As bases mais rústicas ficam para ambientes como a varanda”, ressalta.

Disposição

A designer de interiores conta que também é preciso ficar atento a disposição da peça no ambiente. Uma regra simples para o uso nas cabeceiras é a altura do abajur, que nunca deve ser maior que a da cabeceira da cama. “Fica algo desproporcional, dá um efeito visual desagradável e desarmonioso. Outra dica é observar o tamanho da mesa ou da superfície onde o item está. O tamanho do abajur deve seguir a proporção desse móvel sobre o qual está e não o tamanho do ambiente”, ressalta.  Ela lembra que nos quartos o usual é um abajur em cada cabeceira, porém não é uma regra. “Outra coisa bacana é não deixá-lo sozinho, sempre deve vir acompanhado de mais três ou quatro itens, como caixinhas, bibelôs ou louças”, explica.

Compra

Na hora da compra, a designer lembra que os valores de uma boa peça podem variar de R$250 até mais de R$ 4mil. A profissional alerta para observar bem a qualidade do material da armação da cúpula, do acabamento do tecido e sua resistência  em alumínio.

“Tudo varia de acordo com o material da peça, temos as lojas de departamentos onde dá pra garimpar coisas bacanas e com preço baixo, porém a durabilidade nem sempre é boa. Esses de preços mais altos são peças assinadas, ou de lojas de decoração onde encontramos bases de murano, e outras pedras”, explica. Ela conta que em Goiânia já existem lojas especializadas em cúpulas de abajur, então se não quiser trocar toda a peça é possível apenas renová-la com uma nova cor ou textura.

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