Filha de panamenha, advogada goiana revela particularidades do país estreante na Copa

A seleção do Panamá vai para o tudo ou nada no confronto com a Inglaterra, neste domingo (24), para defender a permanência na primeira Copa do Mundo disputada pelos caribenhos. Depois da derrota na estreia para a Bélgica por 3 a 0, os panamenhos apostam numa vitória nesta segunda rodada do Mundial, sonhando com feitos ainda maiores do que chegar à Rússia. Apesar da torcida pela seleção local, os panamenhos estão mesmo é na vibe do time de Neymar e companhia. “Eles admiram muito o futebol brasileiro”, diz a advogada goiana Desirée Peñalba, filha de uma médica panamenha.

Desirée conhece bem o Panamá, famoso pelo canal que liga os oceanos Pacífico e Atlântico. Além da paixão pelo futebol, ela vê mais semelhanças entre a nação da América Central e o Brasil. “Acho que o Panamá parece mais o pessoal do Nordeste brasileiro. A comida, a proximidade com o mar e a abertura para fazer amigos que os panamenhos têm”, compara Desirée. “Nossa cultura parece muito”, acrescenta.

Para Desirée Peñalba, o Canal do Panamá e a Ponte das Américas são paradas obrigatórias de turistas – Foto: Divulgação

O turismo é um dos principais pilares da economia panamenha. E não à toa. Segundo levantamento da Autoridade de Turismo do Panamá (ATP), o país recebeu 2,5 milhões de turistas em 2017, interessados em compras, nas praias e no ecoturismo, entre outros atrativos. O número de estrangeiros que visitaram o Panamá no ano passado é mais do que a metade dos 4,1 milhões de habitantes. Desirée confirma o potencial panamenho para o turismo. “Todo o país é lindíssimo!”.

Além do óbvio

Ao lado do Canal do Panamá, a Ponte das Américas é outro ponto de parada obrigatório para turistas, sugere Desirée Peñalba. Ela recomenda conhecer também a orla, a zona de livre comércio e as regiões indígenas, “que ainda conservam suas tradições em cenários paradisíacos”, ressalta. O visitante não pode deixar de conhecer ainda o Causeway, um polo gastronômico com vista para a capital, Panama City. “As terras que foram retiradas de onde é o canal foram usadas para ligar o território à algumas ilhas próximas. A vista ali é maravilhosa”, explica Desirée.

Obra centenária, Canal do Panamá liga os oceanos Pacífico e Atlântico – Foto: Blog Contando as horas

Cosmopolita, a Cidade do Panamá guarda a singularidade de uma capital onde o velho e o novo, o tradicional e a modernidade convivem harmonicamente. Prova disso está no complexo arquitetônico da metrópole.

País de contrastes

Desirée viaja ao Panamá frequentemente e conta que parte da cidade mantém referências históricas de sua fundação. A advogada explica o paralelo entre essas edificações e os prédios modernos, vistos de longe por quem chega pelo Aeroporto Tocumen. “Os prédios do Panamá antigo ainda podem ser vistos muito bem preservados. Perto deste lugar temos construções extremamente inovadoras, um contraste entre o passado e o futuro de uma nação que desde que nasceu vive pelo comércio entre continentes e cresce cada dia mais usando a mesma receita que tem dado tão certo”, diz.

Ponte das Américas se destaca os principais pontos de visitação no Panamá – Foto: Blog Contando as horas

Também especialista em políticas públicas, Desirée Peñalba compara as economias panamenha e brasileira. Para ela, o país caribenho tem o mercado mais aberto. Esse atributo, na opinião da advogada, leva o Panamá a valorizar mais os estrangeiros e o que eles têm a oferecer à nação latino-americana.

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