Especialista em inovação explica como converter a criatividade em negócios

O empresário e fundador da plataforma digital de permuta multilateral, XporY.com, Rafael Barbosa, participa de painel de debate que integra o projeto “Sebrae Fashion Business – E a moda, como vai?” Evento é no próximo dia 16, domingo

O diretor e fundador da XporY.com, Rafael Barbosa

 

Depois da ideia brilhante, é hora de trabalhar para concretizá-la. E haja labor. Especialista em inovação, o engenheiro mecatrônico Rafael Barbosa considera que a criatividade é um patrimônio nato de todo ser humano e todo profissional deve acionar essa riqueza que carrega dentro de si. O passo seguinte, contínua, é converter a criatividade em um negócio produtivo.

“É  preciso sair do campo das ideias para concretizá-las e isso exige muita energia”, diz o especialista, que irá mostrar a relação da criatividade e negócios no próximo domingo, 16 de setembro,  que participa do painel “moda, economia criativa e os nichos que mais crescem no Brasil e no mundo”.

O evento, que é aberto ao público e será realizado no Ateliê Pizza Café e Arte, no Setor Central às 17h, faz parte do do Projeto “Sebrae Fashion Business – E a moda, como vai?”. O bate-papo será feito em conjunto com as empreendedores Celina Hissa, Isabela Hanashiro, Milleide Lopes e tem inscrições gratuitas através do Portal Sebrae.

Rafael observa que o contexto da economia criativa favorece o desenvolvimento dos negócios porque dá mais liberdade aos empreendedores em comparação ao mercado tradicional. A economia criativa foi usada pela primeira vez em 2001 pelo professor e pesquisador inglês John Howkins, que conceituou a expressão da seguinte forma: são processos que envolvem a criação, produção e distribuição de produtos e serviços, usando o capital intelectual e a criatividade como principais recursos produtivos.

“A economia criativa permite inovações não apenas no produto, mas no formato de do marketing, da comercialização e da distribuição que, não necessariamente, precisaram de grandes investimentos financeiros”, explica e exemplifica: “As redes sociais, por exemplo, passaram a ser uma vitrine da moda tão relevante quanto as revistas, com a diferença que custam muito menos”.

Ele mostrará também outras inovações do mundo virtual podem ajudar a economia criativa, como as permutas multilaterais, que são viabilizadas pela  XporY.com, uma plataforma de negócios com base em permutas com mais de 3.300 participantes. Dentro da XporY, os produtos são trocadas através uma moeda virtual, o que dá mais liberdade de consumo. “Ao invés de trocar uma peça por um produto específico, o empresário recebe na moeda e pode consumir outros produtos ou serviços de sua conveniência”, explica.

Desta forma, salienta Rafael, é possível contratar serviços de marketing, consultorias de RH, contador e muitos outros importantes para estruturar um negócio, torná-lo concreto e sustentável. “No segmento de vestuário atual, muitos lojistas e empresas acumulam estoque com roupas de coleções passadas e uma opção válida é trabalhar a venda na base da permuta. Sem falar que ao fazer parte de uma rede permuta, esse empreendedor tem também um ótimo espaço  na internet para expor seus produtos”, complementa. Para o especialista, esse novos modelos de consumo  (economias colaborativa e compartilhada) podem agregar valor a produtos e serviços, não só da indústria da moda, mas a qualquer outra área já existente.

Incentivo à moda criativa
Dentre as principais indústrias criativas que se tem hoje, a da moda, certamente, é a que mais se enquadra a essa nova forma de produção e consumo.  Afinal, uma roupa, um calçado, uma jóia ou um acessório, antes de ganhar o mundo fashion, nasceu, prioritariamente, de uma ideia, de uma criação. Goiás é um estado reconhecido pela sua vocação para o mercado da moda, ocupando a 6ª posição no ranking nacional dos maiores produtores de vestuário, produzindo cerca de 50 milhões de peças mensais e atraindo compradores de todo o Brasil.

Foi justamente para promover o empreendedorismo nesse setor e qualificar os profissionais que atuam no mercado moda goiana é que o Sebrae lançou o projeto Sebrae Fashion Business – E a moda, como vai?”. O evento terá com uma extensa programação durante os meses de setembro a dezembro de 2018, englobando a participação de grandes empresas, instituições e profissionais da moda goiana e brasileira.

Os participantes terão a oportunidade de alinhar conhecimento, experiências, criatividade, métodos de inovação e gestão para o segmento, aumentando a capacidade de potencializar seus empreendimentos e fortalecendo a permanência das micro e pequenas empresas de moda em um mercado cada vez mais competitivo.

A grande maioria dos eventos do projeto Sebrae Fashion Business – E a moda, como vai?” são gratuitos e abertos ao público, porém com vagas limitadas. Por isso é importante fazer as inscrições antecipadas pelo seguinte endereço eletrônico:  https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/evento/1740420

Serviço
Sebrae Fashion Business
Painel: Moda, Economia Criativa e os nichos de moda que mais crescem no Brasil e no mundo
Data: 16 de setembro
Horário: 17h
Local: Ateliê, Pizza, Café e Arte (Endereço: Rua 29, 186 – Centro)
Aberto ao público: Gratuito – Vagas limitadas
Inscrição: https://lojavirtual.sebraego.com.br/loja/evento/1740420

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